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Singlo, histórias que posicionam

Geisse

Há lugares em que o tempo passa. Na Geisse, ele permanece. A partir daí construímos uma linha editorial de filmes que não explica a marca, e sim permite que ela seja percebida no ritmo em que de fato acontece.

Videira recortada contra o céu no fim da tarde
Como a narrativa amadureceu

Nenhuma dessas etapas estava prevista no começo.

  1. Sair da garrafa

    O setor inteiro fotografa produto. Começamos olhando para a natureza e para o dia a dia da vinícola, sobretudo a safra.

  2. O produto em outro lugar

    As imagens de produto deixaram de ser catálogo e passaram a construir elegância e sofisticação, dentro da vida em que aquele espumante existe.

  3. O tempo como ponto de vista

    A narrativa deixou de ter um narrador e passou a ter um observador. Tudo o que é institucional na Geisse passou a ser construído como se fosse visto pelo tempo.

Cada etapa nasceu de compreender melhor a empresa do que no ano anterior. É essa profundidade de entendimento que um relacionamento contínuo permite. Com o tempo, nos tornamos especialistas em Geisse.

Quatro anos de projeto contínuo.

A verdade, a perspectiva e a forma

A verdade

Nada do que importa pode ser apressado. O método é tradicional e a interpretação é singular, mas as duas coisas dependem da mesma condição: a natureza dita o ritmo e a vinícola escuta. O que descansa na cave só existe porque nenhuma etapa foi encurtada.

A perspectiva

Escolhemos um ponto de vista, não um tom. Tudo passou a ser construído como se fosse visto por uma entidade que apenas observa: o tempo. Ela não fala, não explica, não narra. O produto nunca abre a história, porque ele é a forma final de algo que já vinha acontecendo antes.

A forma

Do ponto de vista nasceram séries de filmes com propósitos distintos. Alma do Terroir acompanha o dia a dia de quem cuida das videiras. Outra frente conta a trajetória da família Geisse e a forma de pensar que sustenta as decisões da vinícola. Som real como base, corte lento, câmera quase parada.

Mario Geisse observando a parreira ao entardecer
Mario Geisse escolheu um lugar onde o tempo trabalha a favor.
Trabalhadora de chapéu colhendo entre as fileiras
O terroir não se administra, se acompanha.
Preparo finalizado com pinça sobre base de madeira
O padrão que não admite atalho em nenhuma etapa.
Vista aérea das fileiras de parreiras sobre as colinas
O tempo é o único ingrediente que não pode ser antecipado.
Luz atravessando a folhagem da parreira
A natureza dita o ritmo, e a vinícola escuta.

Nada aqui é apressado, e a imagem obedece à mesma condição do vinho: o que aparece só existe porque alguém esperou.

Série

Alma do Terroir

Sem narração, sem explicação, apenas sensações. A série acompanha o ciclo inteiro da videira, do repouso do inverno ao peso da colheita, e revela que terroir não é um pedaço de chão. É algo vivo, que respira, guarda memória e tem alma.

Fragmentos do tempo

Imagens que existem sem legenda, sem locução e sem contexto.

Colheita manual entre as fileiras ao sol da manhã Dois trabalhadores conversando dentro do parreiral Mãos plantando uma muda na terra revolvida
Retrato do enólogo no vinhedo Enólogo sentado diante das colinas de parreiras Mesa posta ao ar livre com balde de uvas
Broto novo de videira contra o céu Raízes de uma videira expostas sobre a terra Videira recortada contra o céu no fim da tarde