A narrativa vem antes do formato.
O Método Singlo de Histórias que Posicionam organiza um trabalho que começa muito antes da câmera. Ele existe para impedir que a forma seja escolhida primeiro e a verdade da empresa seja encaixada nela depois.
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Leitura simbólica
Compreender a empresa além dos produtos e dos discursos prontos. Que verdade existe na operação, que relações sustentam o valor, que histórias já estão ali sem estarem organizadas.
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Eixos conceituais
Construir a perspectiva a partir da qual aquela empresa será interpretada. Um eixo que serviria igualmente para outra empresa ainda não está ligado à verdade de nenhuma.
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Tradução narrativa e visual
Decidir como cada história precisa ser percebida. Atmosfera, ponto de vista, enquadramento, personagens, ritmo, presença. E também aquilo que deve ser evitado.
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Coerência sistêmica
Nenhuma peça existe sozinha. Cada filme, fotografia ou texto participa de uma construção maior e contribui para a percepção pretendida.
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Direcionamento e realização
A estrutura vira projeto, roteiro, filme, fotografia, série ou livro. A mídia é escolhida em função da narrativa, nunca o contrário.
Queremos trabalhar com quem
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Inspira
Empresas cujo trabalho provoca alguma coisa em quem chega perto, mesmo quando elas não sabem nomear o quê.
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Tem legado
Operação construída ao longo do tempo, com decisões acumuladas que explicam por que a empresa é o que é hoje.
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Tem orgulho da sua história
Gente que quer mostrar como faz, e não apenas o que vende. Sem isso, não há material verdadeiro para trabalhar.
Método explicado é uma coisa. Método aplicado é outra.
Veja como esses cinco movimentos ganharam forma em empresas reais, cada uma com uma verdade e uma linguagem próprias.