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Singlo, histórias que posicionam
Singlo

Contamos histórias que posicionam marcas.

Direção conceitual é decidir de que ponto de vista a empresa vai ser contada. Estratégia narrativa é decidir quais histórias contar, em que ordem e por quê. O filme e a fotografia vêm depois, como consequência dessas duas decisões.

Não se trata de contar histórias novas, e sim de revelar as que já existem, organizar as que estão dispersas e dar forma narrativa ao valor real da empresa.

Origem

Viemos da fotografia, e isso decide como olhamos.

A Singlo está prestes a completar três anos. Anderson Pagani, que a fundou e a dirige, trabalha com imagem há mais de 25 anos, primeiro em design, depois em fotografia e hoje na direção de uma empresa de comunicação.

Cada uma dessas etapas deixou alguma coisa. O design ensinou a pensar por estrutura. A fotografia ensinou a trabalhar com o que já está diante da câmera, e que a matéria-prima não se inventa, se encontra. A direção reuniu as duas.

É daí que vem a distinção que organiza tudo o que fazemos. O real vem antes do roteiro.

Equipe da Singlo gravando um depoimento na casa de um cooperado
A arte está no olhar, não na aparência

Não temos uma mesma cara aplicada a todos os clientes.

Nosso caráter artístico não está em repetir a mesma fotografia, a mesma paleta, a mesma edição ou o mesmo enquadramento em toda empresa que atendemos. Ele está em perceber o símbolo oculto de uma operação, a tensão humana por trás de um negócio e a beleza onde normalmente se vê apenas rotina.

Cada cliente pode ter uma aparência diferente. O que permanece é a qualidade do olhar.

Quatro linguagens visuais distintas: colheita no vinhedo, solda no chão de fábrica, conversa entre dois sócios e broto de videira ao entardecer
Como um projeto acontece

Posicionamento é construção, não peça avulsa.

Nossos projetos acontecem em ciclos de vários meses, porque percepção de marca não se altera com uma peça isolada. Cada ciclo trabalha uma temática inteira, do primeiro dia de imersão até a circulação das histórias.

  1. Imersão

    Vamos até a operação. Conversamos com quem executa, observamos processos e reunimos o material que sustenta as decisões seguintes.

  2. Estruturação

    Definimos a temática central, o eixo conceitual e os episódios da temporada. É aqui que a história ganha ordem.

  3. Direção

    Roteiro, diretrizes visuais e narrativas, decisões de forma. Cada escolha precisa ter uma razão declarada.

  4. Captação

    Filmagem e fotografia dentro da operação real, conduzidas pelas diretrizes definidas na etapa anterior.

  5. Edição

    Montagem das peças com o eixo conceitual como critério de corte, não o gosto de quem edita.

  6. Circulação

    As histórias chegam ao público nos formatos definidos para cada uma, com leitura de resultado em dois momentos após o lançamento.

Onde estamos

Bento Gonçalves, no meio da operação dos nossos clientes.

Estar perto de indústrias, vinícolas e fábricas não é detalhe geográfico. Imersão exige presença, e presença exige distância curta. Trabalhamos onde a operação acontece.

Vista aérea das colinas e parreirais da Serra Gaúcha